Uma aposta poética…

Há um ano fiz uma aposta comigo, que não partilhei com ninguém: que seria capaz de escrever e publicar, durante 2008, 365 poemas, um por cada dia. Conferi há pouco (espero não me ter enganado): foram… 390. Venci a aposta!…

Ao contrário do que podereis julgar, sou um crítico implacável da poesia que faço. Em geral, acho que é uma merda, relativamente bem elaborada (a técnica é fácil de aprender). Dos 390 improvisos que escrevi em 2008, talvez publicasse em livro uma meia centena. Os outros não são mais do que jogos ou brincadeiras de palavras…

Não sei se, em 2009, terei vontade de continuar a escrever algo que se pareça com poesia. Nesta altura, estou mais inclinado a publicar um diário. Veremos se sou capaz e em que termos…

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