“Um país geralmente corrompido”…

Em finais de 1871, Eça fazia com que o Ano Novo e Ano Velho se encontrassem algures em Portugal, “nessa misteriosa estrada por onde caminham os dias e os anos”. E imaginou, para as Farpas, o diálogo que eles teriam mantido sobre o país que acolhia um e despedia outro. O diálogo terminava assim…
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