Neste tempo glorioso da “família” que Deus aprova e Cavaco enaltece, ainda havia reis e princesas, que não fornicavam, senão para perdurar a Pátria, e os paneleiros e as paneleiras não podiam casar, pelo menos, entre si…



Três anos depois, seria a desgraça, a todo o vapor. E Portugal nunca mais recuperaria, nem com Cavaco ao leme, o timoneiro de Boliqueime…

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