Isto é… qualidade!…

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Revista da Qualidade, Outubro.08
Se o Público, de vez em quando, não a distribuísse gratuitamente, eu não saberia da existência desta excelentíssima revista que, pelos vistos, é comercializada ao preço de capa de 4,75 euros. Deverei presumir, por isso, que alguém a compra, quando o Público, misericordiosamente, não a oferece como brinde. É, para mim, um mistério insondável, porque esta revista parece o boletim das costureirinhas da Gafanha da Nazaré e não se recomenda pela excelência, nem pela inovação, nem pela competitividade. A edição distribuída hoje, que traz na capa (não se percebe a que título) Isaltino Morais, insere uma entrevista deliciosa com o inevitável Moita Flores, que começa assim (reparai na excelência da pergunta):
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5 Responses to “Isto é… qualidade!…”

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  1. Dario Silva says:

    Caramba!
    A fazer lembrar uma pergunta-tipo que vi surgir vezes sem conta na pérola maior da imprensa local portugal. Ditava assim:
    (mais ou menos assim) “então diga-nos lá sr presidente da junta de freguesia de cascos de rolha o que tem feito pela cultura na sua freguesia”.
    E isto aplicado a todas as freguesias de Fafe. Chama-se “O Povo de Fafe” e é um jornal que mereceu já a “Medalha de Mérito” daquela autarquia. Ando a tentar perceber porquê.

  2. Dario Silva says:

    “destinos”?
    Entre aspas?
    “fosga-se”!

  3. Dario Silva says:

    Ah, agora percebo. Revista da Qualidade.

  4. Ana João says:

    Hummm será que destinos deveria ter sido escrito sem aspas?? Porquê??? Por favor Sr Dário Silva, grande jornalista (suponho) explique-me as razões que o levam a dizer que destinos não deve ser escrito sem aspas.
    Ana

  5. João Semedo says:

    Cultura do frustrado
    Frustrados, gorados, baldados existem e aqui fica mais uma prova de que existem mesmo?..Não estou aqui para vituperar ou enxovalhar os petits génios deste espaço, bem pelo contrário, apesar de reconhecer no português uma frutuosa capacidade para insultar gratuitamente, ?vomitando? facadas e satirizando disparates como quem muda de camisa?.é o facilitismo e a cultura de algumas mentes limitadas de alguns portugueses, sim apenas alguns, porque não seria justo se estivesse aqui a generalizar?..que faz transbordar o copo, pois na verdade existe um requintado leque de espíritos e talentos dúbios preparados para encher a boca e libertar o peito com o requinte aprimorado das suas opiniões, que de positivo e frutífero nada têm.
    Obviamente que em democracia a liberdade de expressão, um direito adquirido, representa um pilar fundamental e assim, geralmente, as democracias têm muitas vozes exprimindo ideias e ideais distintos e muitas vezes contrárias. Temos que as respeitar e creio ser esse a grande riqueza da democracia.
    Infelizmente, acho que os análogos vocábulos que de catarse vocal nos auxiliam, são pobremente utilizados e incoerentes no sentido?chamar-lhe-ia frustração?profissional ou não desconheço, mas é algo nos leva a sublinhar a postura destes «pobres coitados» que mais não fazem do que criticar destrutivamente o trabalho dos outros. A cultura do frustrado?.
    Não querendo ser demasiado longo, creio que em Portugal a critica fácil floresce quotidianamente, onde a inveja é a sua companheira assídua e inseparável, pois muitos queriam ter a capacidade e formação para efectuar determinadas coisas mas não são capazes??falta-lhes algo??.
    Rapazes e raparigas deixem-se disso??.informem-se, formem-se, estudem, sejam melhores por vocês mesmos??não critiquem ?..e lembrem-se?a critica é fácil, a arte de escrever é sempre difícil e complicada, não se deixem seduzir por ela, até porque agradar a gregos e a troianos nunca foi uma tarefa ao alcance de todos nem para todos, porque os ausentes nunca têm razão??.

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