Francisco Assis recusa-me a nacionalidade portuguesa…



Depois de ouvir e ler o que disse Assis, sou forçado a concluir que já não faço parte deste país. Se o país, como ele diz, conta com Ricardo Rodrigues… eu serei, talvez, galego, porque de Ricardo Rodrigues não espero nada, nem conto com ele para o que quer que seja. E como Assis me recusa assim a nacionalidade portuguesa, passarei a sentir-me estrangeiro no meu próprio país. Portugueses: boa sorte! E protegei as carteiras, digo, os gravadores… dos deputados do PS!…

One Response to “Francisco Assis recusa-me a nacionalidade portuguesa…”

Read below or Comentar...

  1. ferreira says:

    O Município de Cascais prestou uma dupla homenagem a Stanley Ho, accionista maioritário da Estoril Sol, atribuindo-lhe a Medalha de Mérito Empresarial e atribuindo o seu nome a uma avenida localizada nas imediações do Casino Estoril.
    A atribuição do nome de uma pessoa a uma avenida é uma distinção excepcional, e a primeira outorgada em Portugal, em vida, a um cidadão chinês, pelo que se trata de uma homenagem invulgar, plena de significado no momento em que decorrem as comemorações do cinquentenário da Estoril Sol.
    Stanley Ho recebeu das mãos de António Capucho a Medalha de Mérito Empresarial pelo seu relevante papel e empreendedorismo enquanto presidente da Estoril Sol SGPS, tendo o autarca salientado a importância desta empresa que ?para além dos impostos provenientes do jogo e que o Estado arrecada, desempenha também um papel fundamental enquanto fonte de receitas municipais determinantes, por um lado, para o financiamento dos encargos de estrutura, de promoção e de animação, a cargo até agora da Junta de Turismo e de futuro da empresa municipal sucedânea ?Turismo do Estoril?, bem como de iniciativas a cargo da Câmara Municipal no âmbito de investimentos turísticos?.
    Por seu lado, Stanley Ho disse sentir-se ?honrado e profundamente sensibilizado, com este duplo gesto de homenagem do Município de Cascais? e lembrou que a sua amizade ao nosso país ?tem raízes em Macau, sendo no Estoril e em Cascais que reside o meu amor a Portugal?.
    ?Cumpri a minha promessa de fazer do Casino Estoril uma montra renovada de eventos artísticos, culturais e sociais, que revolucionou o tradicional conceito redutor de ?casino? em Portugal, tornando-o um instrumento decisivo para a promoção do turismo em Cascais e Portugal ?, afirmou ainda o empresário.
    Despedimento colectivo de 112 trabalhadores no Casino Estoril
    Nestas condições não constituirá um escândalo e uma imoralidade proceder-se à destruição da expectativa de vida de tanta gente ? Para mais quando a média de idades das mulheres e homens despedidos se situa nos 49,7 anos ?
    Infelizmente, a notícia de mais um despedimento colectivo tem-se vindo a tornar no nosso país numa situação de banalidade, à qual os órgãos de comunicação social atribuem cada vez menos relevância, deixando por isso escondidos os verdadeiros dramas humanos que sempre estão associados à perda do ganha-pão de um homem, de uma mulher ou de uma família.
    Mas, para além do quase silêncio da comunicação social, o que mais choca os cidadãos atingidos por este flagelo é a impassibilidade do Estado a quem compete, através dos organismos criados para o efeito, vigiar e fazer cumprir os imperativos Constitucionais e legais de protecção ao emprego.
    E o que mais choca ainda é a própria participação do Estado, quer por omissão do cumprimento de deveres quer, sobretudo, por cumplicidade activa no cometimento de actos que objectivamente favorecem o despedimento de trabalhadores.
    Referimo-nos, Senhores Deputados da República, à impassibilidade de organismos como a ACT-Autoridade para as Condições do Trabalho e DGERT (serviço específico do Ministério do Trabalho) que, solicitados a fiscalizar as condições substantivas do despedimento, nada nos respondem.
    Mas referimo-nos também à Direcção-Geral da Inspecção-Geral de Jogos, entidade a quem cumpre fazer cumprir as normas legais da prática dos jogos, que não hesita em violar os imperativos da Lei nº 10/95, de 19 de Janeiro, para possibilitar à empresa o despedimento dos porteiros da sala de jogos tradicionais.
    A corrupção não existe, agora chama-se: Ciência Politica Utilitária

Comentar