Ditosa pátria amada que tem um deputado que os jornais já tratam como… “ladrão profissional”…

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24horas, 07.05.2010

Digo-vos: se mantiver o jeito de mãos, Ricardo Rodrigues ainda poderá aspirar a protagonizar, no cinema, o mais romântico e simpático de todos os ladrões da literatura: Arsène Lupin…

Francisco Assis recusa-me a nacionalidade portuguesa…



Depois de ouvir e ler o que disse Assis, sou forçado a concluir que já não faço parte deste país. Se o país, como ele diz, conta com Ricardo Rodrigues… eu serei, talvez, galego, porque de Ricardo Rodrigues não espero nada, nem conto com ele para o que quer que seja. E como Assis me recusa assim a nacionalidade portuguesa, passarei a sentir-me estrangeiro no meu próprio país. Portugueses: boa sorte! E protegei as carteiras, digo, os gravadores… dos deputados do PS!…

“Todos têm os seus azares, todos têm os seus azares. Que querem que eu faça na vida?”…

Ricardo Rodrigues é vice-presidente da bancada parlamentar do PS. A revista Sábado acusa-o de ter furtado dois gravadores. Digo-vos: o homem, que entretanto já confessou o furto, tem, visivelmente, jeito de mãos…

Tenho menos de um mês para decidir o que irei dizer sobre este filme de John Cassavetes…

O convite dos meus alunos era irrecusável. Queriam, num Ciclo de Cinema dedicado aos anos 60, que estão a organizar (no âmbito da tão desprezada Área de Projecto), que fosse eu a apresentar “Faces”, de John Cassavetes. Tanto lhes falei, circunstancialmente, do cinema de Cassavetes que eles decidiram… vingar-se, convocando-me para a apresentação de Faces. Nunca, na vida de professor, e já lá vão muitos anos, fui confrontado com uma convocatória tão inesperada e tão agradável. Cassavetes é um dos meus realizadores predilectos. Acresce (e os meus alunos não sabem) que ele nasceu, como eu, a… 9 de Dezembro. Como a minha amiga Ana Saraiva e… John Malkovich. O problema é que tenho apenas um mês para decidir o que irei dizer sobre Faces. Não é um filme para olhares fáceis e apressados. E a juventude de hoje é, culturalmente, hiperactiva. Que a memória tão doce de John Cassavetes me inspire…

Um poema (videografado) de Paula Fonseca…

Há muito que não tinha notícias da Paulinha, professora (apaixonada) da Escola da Ponte, onde a conheci. Não sabia que ela tinha publicado um livro de poesia (“Metade Somente”) e que alguns dos seus poemas estavam disponíveis no YouTube. Hoje, na abertura de um novo dia, convido-vos a lê-la. Obrigado, Paula!…