Como sobreviveria uma igreja de machos, machinhos e machões… se as fêmeas, as mães deles, não os procriassem e parissem?…

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Adoram a família, mas não procriam. Veneram o casamento, mas não casam. E, quando servem o báculo à luxúria, com meninos ou com meninas, fazem-no às escondidas e em pecado. E ainda têm a lata de nos chatear, solenemente, com as suas aberrações do pensamento e do corpo. Repare-se na fotografia: tanto macho desavindo com a natureza. Como esperar, desta gente, alguma “humanidade”?…
E que faz António Costa no meio de todos estes contra-tenores?…

O umbigo labrego ao serviço da litigância de má fé…

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24horas, 03.01.2010

É uma graçola labrega e gratuita? Com certeza. Tão labrega e gratuita como muitos dos comentários que Goucha, diariamente, expele em directo na TVI. Ele, a partenaire e alguns dos colaboradores permanentes do programa. Que a criatura se sinta agora ofendida porque foi também presenteada com uma graçola labrega e gratuita… diz quase tudo sobre o seu carácter. E sobre a arrogância que se apoderou de todos estes patetas que aparecem nas televisões e que julgam que os tribunais existem para acariciar os seus umbigos…

Digo-vos: se ele avançar com a demanda, só espero mesmo que o condenem como litigante de má fé!…

Um editorial do Público que só pode relevar da acefalia…

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Público, 26.12.2009
Desgraçada da humanidade e desgraçados de todos nós se a tolerância fosse, como postula o Público, “um valor absoluto”: ajoelharíamos perante todas as intolerâncias.
Rubem Alves escreveu: “quem tolera tudo é porque não se importa com nada”. Eu acrescento: quem tolera tudo… morrerá às mãos da intolerância (não importa em que versão).
Que nunca nos falhe a memória histórica dos ovos da serpente…

Improviso feminino…

Há frases que se colam à pele
um dia disseste-me
eu não conseguiria jamais entrar em ti
nem que te arrombasse
e tinhas razão
reconheceste-me sempre nessa ausência
e frequentaste-me assim
sabendo que me visitavas apenas.

Ademar
10.12.2009

Sim, a Cinemateca Portuguesa fica, sob a direcção de Maria João Seixas, em muito boas mãos…

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Público, 08.12.2009
Embora não fale com a Maria João há alguns anos, tenho, por ela, muita estima. É uma pessoa séria, delicada, civilizada e que sempre viveu no meio do cinema. Ainda eu não conhecia, por exemplo, John Cassavetes e já ela me falava, com entusiasmo (e conhecimento de causa), do cinema independente americano. Tenho a certeza de que o governo escolheu a pessoa certa para suceder a João Bénard da Costa. Parabéns, Maria João!…