O “panzer” (perdão, o “ponto”) de Sócrates…

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A fugir de Ratzinger, que me perseguia em todos os canais, fui parar à RTPN e a um programa de debate chamado Directo ao Assunto. Fiquei a ver e a ouvir… Emídio Rangel. O homem continua a espumar socratismo e a evacuar, pela boca, coisas extraordinárias. Ele acha, por exemplo, que a tolerância de ponto concedida pelo Governo é normal. E que, hoje, só encerrarão os serviços públicos que quiserem. E que a visita do Papa não está a ser aproveitada politicamente para distrair a atenção dos portugueses das medidas draconianas que o Governo, entretanto, decidiu impor aos indígenas. Aí tendes a resposta à pergunta que coloquei esta manhã: este Emídio Rangel é o ponto… de Rafael Bordalo Pinheiro…

Primeiro, julguei que fosse um funeral. Depois, vi que acenavam e pensei: nunca mais acaba a festa do SLB. Depois, vislumbrei um gajo de branco e pensei: é o presidente do conselho de administração do Banco Ambrosiano. Depois…

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Depois… reconheci os pivôs da emissão em directo: Fátima Campos Ferreira e Rodrigo Guedes de Carvalho (sei que não é, mas não me ocorre agora o nome do verdadeiro artista). Ela… gesticulava muito, invocando o “serviço público”, como se estivesse a atingir o orgasmo; ele… tinha todo o ar (compungido) de quem pensava: esta gaja está cada vez mais gorda e nunca mais se cala.

Pergunto: mas, afinal, quem é o sujeito de branco? Tem profissão? Tem residência certa? Tem filhos? Tem mulher? Tem pilinha, ao menos? Usa cuecas? Toma a pílula?…

Com franqueza: depois de ver este directo, acho que Portugal está em coma alcoólico…

Marinho Pinto e Sousa Tavares conhecem-se e tratam-se por tu há quase trinta anos. Por que raio é que se tratam por “senhor doutor” quando se encontram num programa de televisão?…

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Outra coisa que eu não entendo: a que propósito é que os encenadores de “Sinais de Fogo” projectam um caixão sobre o lado da mesa em que, geralmente, se sentam os convidados de Miguel Sousa Tavares? Escrevi “geralmente” porque José Sócrates, quando foi ao programa, sentou-se do lado oposto…

Francisco Assis recusa-me a nacionalidade portuguesa…



Depois de ouvir e ler o que disse Assis, sou forçado a concluir que já não faço parte deste país. Se o país, como ele diz, conta com Ricardo Rodrigues… eu serei, talvez, galego, porque de Ricardo Rodrigues não espero nada, nem conto com ele para o que quer que seja. E como Assis me recusa assim a nacionalidade portuguesa, passarei a sentir-me estrangeiro no meu próprio país. Portugueses: boa sorte! E protegei as carteiras, digo, os gravadores… dos deputados do PS!…