Um pouco mais de “alarme social” não fará mal a Portugal (para maiores de inteligência)…





Playboy-Portugal, Maio.2010

Há muitos anos que não passava os olhos pela Playboy e pelos frescos da Capela Sistina. Compreendo agora melhor a sábia observação do nosso rei putativo: imagens como estas são, evidentemente, um convite à fornicação. Os Papas que o digam…



Gilles Néret, Miguel Ângelo

Nuno Barreto…

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Expresso-Actual, 27.06.2009
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Dois quadros de Nuno Barreto, retirados daqui.
Há alguns meses que sabia que o Nuno Barreto estava muito mal e que o fim se aproximava. Hoje, ao folhear o Expresso, confirmei a sua morte. Conheci-o em 1986, quando ele passou a dirigir a Casa Museu Nogueira da Silva, em Braga. Durante dois anos, privámos bastante e aprendi a admirá-lo. O Nuno era um homem superior, nada dado a vaidades efémeras e tolas. Era um excelente fotógrafo, um pintor rigoroso e fulminante e um pedagogo da arte, que eu ouvia sempre com atenção e proveito. A paixão por Macau levou-o para muito longe e nunca mais voltei a vê-lo. Mas recordá-lo-ei sempre como um dos portugueses mais brilhantes que eu tive a sorte de conhecer. O Nuno não merecia ter morrido assim…