A rendição do “grande orador”…

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Público, 17.04.2010
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i, 17.04.2010

Um jornal vive das vendas, dos patrocínios e da publicidade: não vive do umbigo do director, nem do masoquismo dos investidores. Desde o início se percebeu (e eu afirmei-o aqui muitas vezes) que o i era, é um projecto, comercialmente, inviável. A não ser que o Grupo Lena quisesse, gloriosamente, inviabilizar-se com ele (se é que ainda lhe sobreviverá). Daí que a notícia da rendição do “grande orador” não me surpreenda. Como não me surpreenderá que, um dia destes, o i desapareça, definitivamente, das bancas. Nossa Senhora de Fátima esgotou o estoque dos milagres…

Claro que há e sempre houve um Islão… civilizado…

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Abdool Magid Karim Vakil é um banqueiro simpático. Esteve à frente do Banco Português de Negócios e ainda hoje não se sabe muito bem em que medida contibuiu para o infortúnio da “instituição”. Mas uma coisa é certa: do seu islamismo soft, elegante, inteligente… não virá mal ao mundo. O problema são os outros: os que aspiram a encontrar no céu do Islão o que a terra (e Alá) lhes negou…
São sempre os pobres e os cães raivosos que dão má fama às religiões e às igrejas…

Lamento muito informar, mas não é galga do primeiro de Abril. Portugal é mesmo assim…

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Sol, 01.04.2010
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Correio da Manhã, 01.04.2010
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Público, 01.04.2010
Ontem, no programa Negócios da Semana, da SICNotícias, Henrique Neto, empresário e ex-dirigente do PS, disse coisas absolutamente demolidoras sobre este negócio dos submarinos (e o anterior dos helicópteros). Num país decente, tudo isto já teria sido, há muito, esclarecido e os corruptos, muito provavelmente, estariam atrás das grades. Em Portugal, não: este tipo de gente saltita, impunemente, do governo para as empresas públicas e das empresas públicas, para o governo. E fazem pagar-se sempre muito bem, de uma forma ou de outra…
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