Lamento muito, mas, no essencial, sou obrigado a concordar…

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i, 22.03.2010
O articulista não sabe muito bem em que consiste o “crime público”, mas, no essencial, concordo com o seu ponto de vista. Quando os “educadores” precisam de leis para se assumirem e serem respeitados como tal… muito mal vai a família e muito mal, a escola…

Ele quer-me impor as suas convicções, os seus valores, os seus preconceitos, as suas crenças… e, mais arrogantemente ainda, quer que eu ajoelhe diante do seus altares…

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Público, 15.03.2010

Há uma diferença, entre nós, fundamental, diria quase civilizacional: eu não quero que este juiz viva e morra de acordo com as minhas convicções, nada quero impor-lhe; mas ele quer que eu viva e morra de acordo com as suas crenças e as crenças da igreja a que pertence. Eu respeito a sua liberdade; ele não respeita a minha. Não há, entre nós, diálogo ou entendimento possível…

Como poderemos esperar decisões inteligentes de um partido, maioritariamente, tão estúpido, grotesco e sacana?…

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DN, 15.03.2010
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i, 15.03.2010
Imagine-se a seguinte situação. Trinta dias antes das eleições (não importa quais, nem quando), Pacheco Pereira, no Quadratura do Círculo, diz: “Não posso participar nesta conversa porque, se dissesse tudo o que penso sobre a actual liderança do PSD, seria expulso do partido e até talvez executado na praça pública”. Pergunto: esta declaração consubstanciaria uma violação dos estatutos do PSD, à luz da norma ontem aprovada?
A estupidez, em Portugal, não conhece limites…