Sintomático, como a notícia da condenação à morte de um português quase passa despercebida na imprensa portuguesa…

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Correio da Manhã, 03.04.2009
Aquando da negociação dos acordos que balizaram a transferência de Macau para a soberania chinesa, o Estado português não acautelou os direitos fundamentais (nomeadamente, o direito à vida e o direito à integridade física) dos portugueses que permanecessem no território? Não era suposto que a pena de morte jamais seria aplicada aos cidadãos portugueses de Macau? Fomos todos, na altura, aldrabados ou é a China que ameaça agora fazer tábua rasa dos acordos que então, livremente, assinou?
Que não ocorra à imprensa portuguesa questionar esta matéria (que vale ou poderá valer a vida de um cidadão português)… é algo que, profundamente, me intriga e me deprime…