Uma notícia (deontologicamente) arrepiante…

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Correio da Manhã, 05.03.2010
Que eu saiba, ainda não é a PJ que acusa e pronuncia. Uma investigação policial é, apenas, uma investigação policial. Pelo que decorre da notícia, ainda falta saber se o MP avocará as conclusões dos investigadores. E, depois, se o juiz de instrução deduzirá acusação.
Espero, pelo menos, que “filmar um rapaz enquanto dorme” não constitua prova de “abuso sexual”. Assim como guardar no computador pessoal “filmes pedófilos retirados da net” (e o que serão “filmes pedófilos”?)…
Se este professor abusou sexualmente do miúdo a seu cargo… que o pronunciem, o julguem e o condenem. Mas esta notícia do CM parece mais decorrer de um ajuste de contas (privado) da PJ. Não sei se com o MP, se com o juiz de instrução. E se é assim… é deprimente, porque, afinal de contas, está aqui em jogo o futuro de um menor e de um adulto, que por acaso é (ou era) professor.
Esta notícia, que se limita a promover uma tese policial, é, por isso, um escarro. E diz bem do estado desgraçado em que se encontra a nossa… “justiça”. E um certo “jornalismo”…

A “verdade” e a “liberdade de imprensa” a que os bracarenses têm direito…

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Correio do Minho, 22.02.2010
Esta notícia omite um dado que todos os jornais hoje destacam: a estreita ligação dos detidos a uma das claques do Sporting Clube de Braga. Entende-se a “omissão”: o Correio do Minho está ao serviço da Câmara Municipal, do Partido Socialista e, por extensão, do Sporting Clube de Braga. E, evidentemente, não morde a mão a quem o sustenta. Esta é a “liberdade de imprensa” que a dependência (política e económica) consente…

“Um mundo absurdo de papelada e de trabalho que, na prática, não serve para nada.”

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Correio da Manhã-Domingo, 21.02.2010

As escolas, todas as escolas, deveriam proceder a um inventário exaustivo das suas rotinas burocráticas, avaliar o impacto educativo das mesmas e acabar, de vez, com todas aquelas que, de facto, não servem para nada. Depois dessa higiene, talvez, finalmente, os professores (e as escolas) conseguissem concentrar-se naquilo que é a sua missão: educar, integrar e ensinar…

Um penálti em três tempos, como numa valsa de taberna…

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Vi por acaso. Fiz zapping e aterrei no Belenenses-Braga, no momento em que o árbitro, um tal Bruno Paixão, marcava um penálti contra o Braga e expulsava, na sequênca do lance, o defesa “infractor”. As imagens são terríveis: o árbitro enganara-se. A verdade é que o defesa do Braga chegara primeiro à bola e não havia lugar para a marcação do penálti e para a consequente expulsão. Quis o destino que o guarda-redes do Braga defendesse o penálti e, mesmo reduzido a dez jogadores, o Braga ganhasse o jogo. Mas nem quero imaginar o levantamento de rancho se o Braga tivesse empatado ou perdido o jogo. Já nem Ratzinger teria coragem para vir a Portugal, em Maio…