Ai, que riquinho!…

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i, 27.01.2010
O “grande orador”, que dirige um jornal que ninguém sabe como se sustenta, está dolorosamente preocupado com a sorte infausta dos banqueiros portugueses a quem a pátria tanto deve. Tenho tanta pena dele, coitado!…

Improviso, mais um, para epígrafe…

Aprendi a cavar trincheiras
quando percebi que nenhum rebanho
se distinguia dos demais
e que o tropel falava todas as línguas
montado nas quatro patas traseiras
a minha guerra
não a perdi nem ganhei
na Piazza Loreto
mas nenhum rebanho sobrevoou
garanto-vos
as trincheiras que cavei.

Ademar
28.01.2010