Mas será que alguém ainda concede crédito a este senhor?!…

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Público, 01.04.2009
Pinto Monteiro, visivelmente, já não sabe o que há-de fazer à vida, nem ao processo Freeport, e lá vai metendo os pés pelas mãos e as mãos pelos pés. Seria para rir se não fosse demasiado trágico…
Há muitos anos que o Estado, em Portugal, não dava de si uma imagem tão assustadoramente deprimente…

Alguém será capaz de nos explicar como é que isto chegou ao conhecimento do Expresso?…

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24horas, 01.04.2009
Parece mentira do 1º de Abril, mas… o Expresso publicou isto, ontem. E, aparentemente, a fonte só pode ser o gabinete de Pinto Monteiro. Mais: custa a crer que não tenha sido o próprio Pinto Monteiro a passar a informação ao Expresso. Com que intenção? A Procuradoria Geral da República parece estar convertida num circo…

Obviamente, demitam-se!… (137)

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Em três anos, conseguiram instalar o caos nas escolas públicas. Já não discuto as intenções, nem as causas; limito-me a registar as consequências: professores furibundos e insubordinados, que nenhum sindicato ou conselho executivo consegue já controlar; alunos nervosos e insurrectos, à espera do menor pretexto para fazerem desacatos; pais perplexos e divididos.
Eu sei que o governo não desejava isto. Mas a realidade é esta e está à vista de todos.
No caos, ninguém ensina e ninguém aprende e o processo educativo converte-se num pesadelo diário. As escolas públicas precisam urgentemente de paz. E precisam de um novo fôlego motivacional.
Maria de Lurdes Rodrigues, Valter Lemos e Jorge Pedreira deixaram de ser parte da solução, para passarem a ser, simplesmente, o problema. Se são pessoas de bem e ainda querem o melhor para as escolas e para o país, só lhes resta um caminho: pedirem a demissão e darem o lugar a outros. E quanto mais depressa, melhor.