Mais uma peça da campanha negra e difamatória ou… o elo mais fraco…

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Correio da Manhã, 01.02.2009
Em 1998, a mãe de Sócrates declarava, a fazer fé nos dados recolhidos pelo CM, um rendimento anual inferior a 250 euros. Actualmente, aufere uma pensão mensal de valor superior a 3000 euros. Se estas informações são fidedignas (e tudo leva a crer que serão), a Segurança Social deve uma explicação cabal aos portugueses. Há uma coisa que eu detesto: é que nos tomem, a todos, por idiotas…

Obviamente, demitam-se!… (79)

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Em três anos, conseguiram instalar o caos nas escolas públicas. Já não discuto as intenções, nem as causas; limito-me a registar as consequências: professores furibundos e insubordinados, que nenhum sindicato ou conselho executivo consegue já controlar; alunos nervosos e insurrectos, à espera do menor pretexto para fazerem desacatos; pais perplexos e divididos.
Eu sei que o governo não desejava isto. Mas a realidade é esta e está à vista de todos.
No caos, ninguém ensina e ninguém aprende e o processo educativo converte-se num pesadelo diário. As escolas públicas precisam urgentemente de paz. E precisam de um novo fôlego motivacional.
Maria de Lurdes Rodrigues, Valter Lemos e Jorge Pedreira deixaram de ser parte da solução, para passarem a ser, simplesmente, o problema. Se são pessoas de bem e ainda querem o melhor para as escolas e para o país, só lhes resta um caminho: pedirem a demissão e darem o lugar a outros. E quanto mais depressa, melhor.