Um “pai indefeso que”… “numa inocente feira”… uma “falsa liberdade”. Meus senhores e minha senhoras, apresento-vos o próximo embaixador de Portugal, em Paris!…

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(…)
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Expresso, 28.02.2009
Pai, pai! Vai ali aquele senhor!…!
“Qual senhor?”
“Aquele do Equador, pai!”
“Ah, já estou a ver – o actor!”
“Ele é que tem sorte, pai: são só gajas boas! E todas descascadas!…”
“Fala mais baixo, filho da puta, que a tua mãe inda pode ouvir!”

Sim, sim, Miguel: “as coisas têm o seu contexto e a sua liberdade própria”.

Obviamente, demitam-se!… (106)

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Em três anos, conseguiram instalar o caos nas escolas públicas. Já não discuto as intenções, nem as causas; limito-me a registar as consequências: professores furibundos e insubordinados, que nenhum sindicato ou conselho executivo consegue já controlar; alunos nervosos e insurrectos, à espera do menor pretexto para fazerem desacatos; pais perplexos e divididos.
Eu sei que o governo não desejava isto. Mas a realidade é esta e está à vista de todos.
No caos, ninguém ensina e ninguém aprende e o processo educativo converte-se num pesadelo diário. As escolas públicas precisam urgentemente de paz. E precisam de um novo fôlego motivacional.
Maria de Lurdes Rodrigues, Valter Lemos e Jorge Pedreira deixaram de ser parte da solução, para passarem a ser, simplesmente, o problema. Se são pessoas de bem e ainda querem o melhor para as escolas e para o país, só lhes resta um caminho: pedirem a demissão e darem o lugar a outros. E quanto mais depressa, melhor.