Uma espécie de governo de mortos vivos…

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(…)
Expresso, 29.11.2008
Novo elenco governativo:
Ministro da Educação e dos féretros por ungir: Jorge Pedreira.
Ministra do Estado ao que isto chegou: Maria de Lurdes Rodrigues.
Ministro salve-se quem puder: Valter Lemos.
Secretário de Estado do trapézio e não-me-comprometas: Álvaro dos Santos (ex-presidente do Conselho de Escolas).
Secretária de Estado do cacete e (por que não?) da cachaporra: Margarida Moreira.

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Obviamente, demitam-se!… (15)

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Em três anos, conseguiram instalar o caos nas escolas públicas. Já não discuto as intenções, nem as causas; limito-me a registar as consequências: professores furibundos e insubordinados, que nenhum sindicato ou conselho executivo consegue já controlar; alunos nervosos e insurrectos, à espera do menor pretexto para fazerem desacatos; pais perplexos e divididos.
Eu sei que o governo não desejava isto. Mas a realidade é esta e está à vista de todos.
No caos, ninguém ensina e ninguém aprende e o processo educativo converte-se num pesadelo diário. As escolas públicas precisam urgentemente de paz. E precisam de um novo fôlego motivacional.
Maria de Lurdes Rodrigues, Valter Lemos e Jorge Pedreira deixaram de ser parte da solução, para passarem a ser, simplesmente, o problema. Se são pessoas de bem e ainda querem o melhor para as escolas e para o país, só lhes resta um caminho: pedirem a demissão e darem o lugar a outros. E quanto mais depressa, melhor.

Improviso socrático…

O poder tem a trela curta
da obediência
os rebanhos perdidos só reconhecem
a autoridade do chicote
mas frágeis os pastores
que se alimentam do sangue
das suas próprias feridas.

Ademar
28.11.2008

Obviamente, demitam-se!… (14)

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Em três anos, conseguiram instalar o caos nas escolas públicas. Já não discuto as intenções, nem as causas; limito-me a registar as consequências: professores furibundos e insubordinados, que nenhum sindicato ou conselho executivo consegue já controlar; alunos nervosos e insurrectos, à espera do menor pretexto para fazerem desacatos; pais perplexos e divididos.
Eu sei que o governo não desejava isto. Mas a realidade é esta e está à vista de todos.
No caos, ninguém ensina e ninguém aprende e o processo educativo converte-se num pesadelo diário. As escolas públicas precisam urgentemente de paz. E precisam de um novo fôlego motivacional.
Maria de Lurdes Rodrigues, Valter Lemos e Jorge Pedreira deixaram de ser parte da solução, para passarem a ser, simplesmente, o problema. Se são pessoas de bem e ainda querem o melhor para as escolas e para o país, só lhes resta um caminho: pedirem a demissão e darem o lugar a outros. E quanto mais depressa, melhor.